Dormia tranquila. O sono pesado. Ressonava sozinha no quarto. Os pais dormiam no quarto em frente. Sentiu algo estranho subir-lhe pelas pernas. Achou que sonhava. Um arrepio tomou conta do corpo. Algo diferente acontecia entre suas coxas. Estremecia num misto de surpresa e prazer.
A coisa prosseguia. Com 13 anos de idade, estava tendo seu primeiro orgasmo, embora não fizesse ideia do que era isto. No meio de suas pernas um sapo remexia a língua. Salivava a pequena vulva. Deixava-a molhada. Molhadinha. De baba e prazer. Um sapo verde amarronzado. Um sapo erótico.
Mas a coisa não acontecia só ali. Em cada lar, meninas tinham suas vaginas penetradas por línguas anfíbias. E meninos tinham seus pequenos falos sugados. Os sapos eróticos não se importavam com o gênero. Só desejavam levar os inocentes ao prazer máximo. Era a vingança da velha Gertrudes.


